sábado, 10 de setembro de 2011

SÓ PARA REFLETIR!




Nunca pare de sonhar
Richard Bach



Havia no alto de uma montanha três árvores. Elas sonhavam com o que iriam ser depois de grandes. A primeira, olhando as estrelas disse: eu quero ser o baú mais precioso do mundo e viver cheia de tesouros. A segunda, olhando um riacho suspirou: eu quero ser um navio bem grande para transportar reis e rainhas. A terceira olhou para o vale e disse: quero crescer e ficar aqui no alto da montanha; quero crescer tanto que as pessoas ao olharem para mim, levantem os olhos e pensem em Deus. 

Muitos anos se passaram, as árvores cresceram. Surgiram três lenhadores que, sem saber do sonho das árvores, cortaram as três. A primeira árvore acabou se transformando num cocho de animais, coberto de feno. A segunda virou um barco de pesca transportando pessoas e peixes todos os dias. A terceira foi cortada em vigas e deixada num depósito. 

Desiludidas as três árvores lamentaram os seus destinos. Mas, numa certa noite, com o céu cheio de estrelas, uma jovem mulher colocou o seu bebê recém-nascido naquele cocho. De repente, a árvore percebeu que continha o maior tesouro do mundo. A segunda, certo dia, transportou um homem que acabou por dormir no barco. E, quando uma tempestade quase afundou o barco, o homem levantou-se e disse PAZ!! E, imediatamente, as águas se acalmaram. E a árvore transformada em barco entendeu que transportava o rei dos céus e da terra. 

Tempos mais tarde, numa Sexta-feira, a árvore espantou-se quando as vigas foram unidas em forma de cruz e um homem foi pregado nela. A árvore sentiu-se horrível vendo o sofrimento daquele homem. Mas logo entendeu que aquele homem salvou a humanidade e as pessoas logo se lembrariam de Deus ao olharem para a cruz. 

O exemplo das árvores é um sinal de que é preciso sonhar e ter fé. SEMPRE !!! Não importa o tamanho dos sonhos que você tenha, sonhe muito e sempre. Mesmo que seus sonhos não se realizem exatamente como você desejou, saiba que eles se concretizarão da maneira que Deus entendeu ser a melhor para você.

"Uma nuvem não sabe por que se move em tal direção e em tal velocidade. Sente apenas um impulso que a conduz para esta ou aquela direção. Mas o céu sabe os motivos e os desenhos por trás de todas as nuvens, e você também saberá, quando se erguer o suficiente para ver além dos horizontes."

MOMENTO POÉTICO




Charles Bukowski


Se vai tentar
siga em frente.
Senão, nem começe!
Isso pode significar perder namoradas
esposas, família, trabalho...e talvez a cabeça.
Pode significar ficar sem comer por dias,
Pode significar congelar em um parque,
Pode significar cadeia,
Pode significar caçoadas, desolação...
A desolação é o presente
O resto é uma prova de sua paciência,
do quanto realmente quis fazer
E farei, apesar do menosprezo
E será melhor que qualquer coisa que possa imaginar.
Se vai tentar,
Vá em frente.
Não há outro sentimento como este
Ficará sozinho com os Deuses
E as noites serão quentes
Levará a vida com um sorriso perfeito
É a única coisa que vale a pena.

O ENSINO DOS CONTEÚDOS DISCIPLINARES: UM NOVO OLHAR



O conjunto de temas ou assuntos estudados durante um ciclo ou seriação constitui-se nos chamados conteúdos disciplinares. Tais assuntos devem ser selecionados e organizados a partir da definição de objetivos. Assim, os diferentes temas são meios para que o aluno atinja os objetivos estabelecidos para cada campo disciplinar.

A seleção e organização dos conteúdos que serão trabalhados com os alunos é um item muito importante no planejamento disciplinar, devendo atender aos interesses dos alunos, auxiliando-os a desenvolver as capacidades que lhes permitam à aprovação de bens sociais, culturais e econômicos, e passe a usufruir desses bens em sua prática cotidiana.

Ao tratar dos conteúdos disciplinares como meio para a aquisição desses bens os PCN (1997, p.75) asseguram:

...Para que a aprendizagem possa ser significativa é preciso que os conteúdos sejam analisados e abordados de modo a formarem uma rede de significados, e que para aprender o significado de um objeto ou acontecimento é preciso vê-lo em suas relações com outros objetos ou acontecimentos, é possível dizer que a ideia de conhecer assemelha-se a tecer uma teia. ...

Nesse sentido, podemos pontuar que o processo de ensino-aprendizagem dos conteúdos disciplinares deve ser encaminhado para a perspectiva de busca de significações, do estabelecimento de elos e ligações entre os objetos de estudo. Trilhar por esse caminho, no entanto, ainda requer uma mudança de postura de uma grande parte dos educadores.

Referência:
BRASIL, Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais- Brasília MEC/SEF, 1997/1998.

A TRADIÇÃO PEDAGÓGICA DO ENSINO DOS CONTEÚDOS DISCIPLINARES



Em linhas gerais, a tradição pedagógica do ensino dos conteúdos em todos os campos disciplinares, durante muito tempo, ocorreu de forma unilateral, onde a atividade de ensinar centrava-se apenas no professor que expõe e interpreta o conteúdo. O conteúdo, por sua vez, era tratado isoladamente, isto é, desvinculado dos interesses dos alunos e dos problemas reais da sociedade.

No tocante ao ensino de Língua Portuguesa, a tradição pedagógica centrava-se na preocupação excessiva com os aspectos gramaticais da língua, esquecendo-se dos demais elementos da linguagem. O ensino voltava-se somente para o desenvolvimento da linguagem escrita, sendo a linguagem oral um elemento de pouca ou nenhuma relevância.

Em relação ao ensino da Matemática, a tradição era de que a matemática a ser ensinada era aquela concebida como lógica, compreendida a partir das estruturas de linguagem matemática. O ensino tinha uma preocupação excessiva com abstrações internas à própria matemática, voltando-se mais à teoria do que a prática.

No que se refere ao ensino de Ciências, aos professores cabia a transmissão de conhecimentos acumulados pela humanidade, por meio de aula expositiva, e aos alunos, a absorção das informações. Não se questionava a verdade científica.

Quanto ao ensino de História, a tradição pedagógica permanecia distante dos interesses do aluno, os professores trabalhavam presos a fórmulas prontas do discurso dos livros didáticos ou relegados a práticas esporádicas determinadas pelo calendário cívico.

Hoje, sabe-se, que o ensino dos conteúdos disciplinares deve ser conduzido pelo professor numa perspectiva de construção do conhecimento e, não apenas, na perspectiva da transmissão do saber. Contudo, conforme Libâneo (1994, p.65):

A didática tradicional tem resistido ao tempo, continua prevalecendo na prática escolar. É comum nas escolas atribuir-se ao ensino a tarefa de mera transmissão de conhecimento, sobrecarregar o aluno de conhecimentos que são decorados sem questionamentos, dar somente exercícios repetitivos, impor externamente a disciplina e usar castigos.

Diante de tais considerações, podemos dizer que essa tradição pedagógica do ensino dos conteúdos disciplinares, não proporciona uma aprendizagem significativa para o aluno, tendo em vista não mobilizar sua atividade mental e o desenvolvimento de suas capacidades intelectuais. Na perspectiva tradicional, o aluno é, apenas, um recebedor do conteúdo, possuindo a tarefa de decorá-lo.

No entanto, o contexto atual sugere uma mudança de postura do educador frente ao ensino. Proporcionar uma aprendizagem significativa ao aluno, dando aos conteúdos disciplinares uma dimensão crítico-social, constitui-se hoje, numa competência que o educador deverá desenvolver em sua prática pedagógica.


Referencia:
LIBÂNEO, José Carlos. Didática- São Paulo: Cortez, 1994. (coleção magistério 2º grau. Série formação do professor).

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

NOTÍCIAS EDUCACIONAIS



CNE DEFINE PRÓXIMOS PASSOS DA LUTA


Uma aula sobre Piso e carreira para os estudantes da rede pública brasileira e uma marcha pelos 10% do PIB para a educação. Estes foram os dois encaminhamentos aprovados no segundo dia de reunião do Conselho Nacional de Entidades (CNE), que está sendo realizado em Brasília.

A proposta é que no dia 16 de setembro, nas duas últimas aulas de cada período de todas as escolas públicas do Brasil, seja ministrada uma aula sobre o financiamento da educação, incluindo Piso e Carreira, para que os estudantes entendam a importância da valorização do profissional de educação e quais as mudanças que o Piso Salarial Profissional Nacional (PSPN) traz para os educadores. Neste dia, também será lançado um concurso nacional de desenho. “A intenção é coletarmos o maior número de desenhos possível sobre o tema Piso e Carreira para que possamos estendê-los em um varal que será colocado em frente ao Congresso Nacional no dia 26 de outubro”, explicou o presidente da CNTE, Roberto Leão.




PARA PRESIDENTE DO INEP, EXAME DOCENTE NÃO PODE SER USADO COMO ''ENEM DO PROFESSOR''


O Exame Nacional de Ingresso na Carreira Docente, que ainda está em fase de elaboração pelo Inep, tem como objetivo ser aplicado para novos professores que pretendem trabalhar na rede pública e, não para avaliar os antigos.

O assunto foi um dos temas que gerou dúvidas entre os secretários municipais de educação, durante o 4º Fórum Nacional Extraordinário dos Dirigentes Municípios de Educação, quando a proposta foi apresentada.

A presidente do Inep [Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira], Malvina Tuttman, conversou com o UOL Educação sobre o tema. Continue a leitura em: 
http://www.todospelaeducacao.org.br/comunicacao-e-midia/educacao-na-midia/18692/para-presidente-do-inep-exame-docente-nao-pode-ser-usado-como-enem-do-professor/

domingo, 4 de setembro de 2011

O PROJETO EDUCATIVO PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL





No contexto atual, muito se fala a respeito de projetos educativos para a educação infantil e percebe-se que há uma preocupação em unir atividades pedagógicas com os cuidados que as crianças de 0 a 05 anos necessitam. Grande parte das instituições de educação infantil volta-se ao educar-cuidar e tem buscado valorizar cada criança na sua especificidade, observando a necessidade de envolver os aspectos lúdicos em todo esse processo.

Vale salientar que cada instituição de educação infantil deve ter seu próprio projeto educativo, pois cada instituição possui suas especificidades, cabendo a toda a comunidade escolar (gestores, professores, alunos, famílias e demais funcionários) atuar de forma ativa em todas as decisões, procurando a melhor forma de melhorar a qualidade da educação oferecida na instituição. A esse respeito os RCNEI (1998, p.67) pontuam:

Elaborar e implantar um projeto educativo requer das equipes de profissionais das instituições um grande esforço conjunto. A direção da instituição tem um papel chave neste processo quando auxilia a criação de um clima democrático e pluralista. Deve incentivar e acolher participações de todos de modo a possibilitar um projeto que contemple a explicitação das divergências e das expectativas de crianças, pais, docente e comunidades.

Além da crescente participação coletiva em relação aos projetos educativos, nota-se que a diversidade cultural existente no Brasil está sendo levada em conta no momento da elaboração das propostas curriculares para as instituições destinadas a esse nível de ensino. O que pode ser apontado como um ponto positivo, uma vez que contribui para uma melhor compreensão da realidade vivida por cada aluno. Sobre essa questão os RCNEI (1998, p.65), reforçam:

A valorização e incorporação desta cultura no currículo das instituições é fonte valiosa para a intervenção pedagógica [...] o conhecimento das questões específicas de cada região, sejam elas de ordens econômicas, sociais ou ambientais permite a elaboração de propostas curriculares mais significativas.

Diante do exposto, percebe-se que para fazermos um projeto educativo de qualidade para a educação infantil, precisamos propor o desenvolvimento de um trabalho pedagógico atento as reais condições de vida da clientela, visando o desenvolvimento integral das capacidades dos alunos, levando-se em conta a cultura regional.


Referencia:
BRASIL. Referencial curricular para educação infantil. Ministério da Educação e do Desporto, Secretaria de Educação Fundamental. Brasília: MEC/SEF, 1998.

REFLETINDO A HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO INFANTIL NO BRASIL



O surgimento da Educação Infantil no Brasil tem um ponto de semelhança com o aparecimento das instituições pré-escolares em outros países, sobretudo, se relaciona ao processo de industrialização nacional.

Inicialmente o atendimento das crianças não era feito com objetivo pedagógico, mas sim, em nível de assistência. A esse respeito Faria (1997, p.27) pontua:

[...] foram construídas algumas creches por indústrias e entidades filantrópicas laicas e religiosas, para albergar filhos de operários enquanto as mães estivessem no trabalho. As creches surgiram não para atender as necessidades das crianças, mas sim, para permitir a ida das mães para o trabalho. Nestas instituições infantis desenvolvia-se um trabalho de cunho assistencial-custodial, pois a preocupação era apenas com a alimentação, higiene e segurança física. Não se desenvolvia um trabalho educativo voltado para o desenvolvimento intelectual e afetivo das crianças, pois não era considerado como um dever social e sim, favor ou caridade de certas pessoas ou grupo.

É interessante ressaltar que na tentativa de se combater a pobreza e melhorar a sobrevivência das crianças, creches e programas pré-escolares eram criados sem nenhuma finalidade pedagógica e, tais instituições, tinham por objetivo atuar de forma compensatória tentando sanar carência das crianças e de suas famílias. As instituições destinadas a esse nível de ensino eram mais voltadas para a população de baixa renda e, dessa forma, esse atendimento era entendido como um favor oferecido a essas crianças e suas famílias. Como muito bem colocado por Oliveira (1994, p.17 apud PINHEIRO, 1998, p.48):

[...] enquanto os filhos das camadas médias e dominantes eram vistos como necessitando um atendimento estimulador de seu desenvolvimento afetivo e cognitivo, às crianças mais pobres era proposto um cuidado mais voltado para a satisfação de necessidade de guarda, higiene e alimentação.

Na década de 20 do século XX, houve um pequeno avanço na história da educação infantil no Brasil, pois as autoridades começaram a se mostrar favoráveis as crianças, apesar de  existir uma nítida divisão da sociedade em classes sociais e se deixar claro a valorização da criança de acordo com suas condições econômicas, sociais, políticas e culturais.

A partir da década de 1930, vários órgãos de assistência à criança foram criados, numa espécie de democracia. Uns eram ligados ao Departamento de Saúde, outros ao da Justiça e Negócios Interiores, passando mais tarde para a Previdência e Assistência Social.

Na década de 1970 a Legião Brasileira de Assistência (LBA) se propôs a executar um programa assistencial denominado Projeto Casulo, este projeto procurava atender o maior número de crianças com mínimo gasto, valorizando atividades recreativas, e tentando combater as carências nutricionais das crianças, contudo, não preparava as crianças para uma escolaridade futura.

No tocante a criação da pré-escola no Brasil, Faria (1997, p.29) nos diz que:

Em 1970, pela crescente evasão escolar e repetência das crianças da classe pobre no primeiro grau, foi instituída a educação pré-escolar para as crianças de quatro a seis anos, visando suprir as carências destas crianças e prepará-las para o enfrentarem com sucesso a escola.

Assim, nas últimas décadas do século XX, as instituições destinadas à educação infantil passaram a ser responsabilidade do poder público e foram instituídas leis que asseguram às crianças o direito de serem vistas como cidadãs, com necessidades específicas para se desenvolverem.

As propostas atuais em relação à Educação Infantil no Brasil sugerem a formação integral das crianças para o seu crescimento enquanto cidadãs. Nessa perspectiva, o conceito de educação infantil antes entendido como de caráter assistencialista vem sendo substituído por uma educação integral de qualidade. Sobre essa mudança de concepção os RCNEI (1998, p.17) destacam:

Modificar essa concepção de educação assistencialista significa atentar para várias questões que vão além dos aspectos legais. Envolve principalmente, assumir as especificidades da educação infantil e rever concepções sobre infância, as relações entre classes sociais, as responsabilidades da sociedade e o papel do Estado diante das crianças pequenas.


Referências:

BRASIL. Referencial curricular nacional para a educação infantil. Ministério da Educação e do Desporto, Secretaria de Educação Fundamental. Brasília: MEC/SEF, 1998;

FARIA, Sonimar c. de. História e política da educação infantil. IN, FAZOLO, Eliene. [et al]. Educação infantil em curso. Rio de Janeiro, Ravil, 1997. (coleção da Escola de professores);

OLIVEIRA, Zilma Ramos de. Educação infantil: Fundamentos e Metodologias. São Paulo: Cortez, 2002. (Coleção Docência em Formação).

MOMENTO POÉTICO



INCONSTÂNCIA
                                               
Procurei o Amor, que me mentiu.
Pedi à vida mais do que ela dava;
Eterna sonhadora edificava
Meu castelo de luz que me caiu!

Tanto clarão nas trevas refulgiu,
E tanto beijo a Boca me queimava!
E era o sol que os longes deslumbrava,
Igual a tanto sol que me fugiu!

Passei a vida a amar e a esquecer...
Atrás do sol dum dia outro a aquecer
As brumas dos atalhos por onde ando...

E este Amor que assim me vai fugindo
É igual a outro amor que vai surgindo,
Que há de partir também... nem eu sei quando!

                                                              (Florbela Espanca )

sábado, 3 de setembro de 2011

FALANDO DA AUTOESTIMA...




A autoestima é a capacidade que o indivíduo possui em lidar com os desafios da vida e da realização pessoal de maneira positiva e confiante. Seu fundamento filosófico é o pensamento positivo, pois aquilo que uma pessoa acredita e diz a si mesma, reflete, diretamente, naquilo que pensa e faz.

Desse modo, para que um indivíduo alcance uma autoestima saudável é necessário que o mesmo tenha o senso da autoconfiança e do autorrespeito, que significam pensar e entender os fatos da sua realidade e assumir uma postura afirmativa diante de seus pensamentos, desejos e sentimentos.

A autoestima é produto de várias atitudes geradas internamente, entre elas: autoaceitação, responsabilidade e integridade pessoal, viver conscientemente e ter um propósito na vida.

Existem algumas características que são típicas em indivíduos com autoestima elevada: tem mente criativa que busca de soluções; é capaz de comunicar-se abertamente; confia em si e na sua capacidade de enfrentar desafios; não julga pessoas, mas seus comportamentos e é flexível.

A flexibilidade pode ser apontada como uma das características mais importantes nos indivíduos com autoestima elevada, pois em um processo de mudanças a flexibilidade lhe dará segurança para lidar com o novo e o desconhecido. 

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

RELAÇÕES INTERPESSOAIS SATISFATÓRIAS E SUAS IMPLICAÇÕES




Podem-se entender relações interpessoais como sendo os vários contextos de relações que envolvem pessoas.

Nesse sentido, para que essas relações sejam conduzidas, satisfatoriamente, é necessário que tenhamos o conhecimento profundo do eu e de nossos direitos e deveres nos diversos contextos da vida social, entendendo que o direito de cada indivíduo termina quando começa o do outro.

Além disso, devemos conhecer os limites da razão em nossas relações, evitando atritos quando da discussão de temas polêmicos, tendo em vista que as trocas de experiências devem ser realizadas dentro de um clima de amizade e respeito ao outro.

Tais relações devem ser orientadas no sentido da satisfação e realização coletiva, visto que a mesma conduzirá, consequentemente, a uma satisfação intrapessoal.

Nessa perspectiva, compreende-se que quando nossas relações interpessoais são pautadas em categorias como, respeito ao outro, amizade, solidariedade e ética, elas são melhores conduzidas e nos levam a satisfação intrapessoal.  

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

NOTÍCIAS EDUCACIONAIS



OPINIÃO: A SALA DE AULA, DESCONECTADA

''Não podemos ignorar, no processo de aprendizado escolar, as tecnologias de informação e comunicação'', diz Silvio Meira

Trinta anos depois do primeiro PC, só 7% dos coordenadores pedagógicos das escolas brasileiras acreditam que seus professores sabem preparar uma apresentação em PowerPoint. Há 15 anos na era das redes, só 20% dos professores dizem estar na web, a partir da escola, quase todos os dias. Tal estado de coisas só não é mais preocupante porque 69% dos professores com menos de 30 anos revelam estar na rede a partir de casa, todo dia ou quase, realizando atividades associadas ao seu papel na escola.


MEC APOSTA EM DIÁLOGO PARA RESOLVER POLÊMICA DO PISO

MEC vai criar uma ''Mesa Nacional de Diálogo'' com participação dos governos federal, estaduais e municipais e sindicatos da Educação para tentar solucionar a polêmica que envolve a lei do piso do magistério

O Ministério da Educação (MEC) vai criar uma "Mesa Nacional de Diálogo" com participação dos governos federal, estaduais e municipais e sindicatos da Educação para tentar solucionar a polêmica que envolve a lei do piso nacional do magistério do ensino básico.

Aprovada em 2008, a legislação estabelece, atualmente, salário de R$ 1.187,94 para professores da rede pública com formação colegial e 40 horas de carga de trabalho semanal, mas muitos Estados e milhares de municípios não cumprem a regra.

 "Até agora o MEC tem participado de conversas bilaterais com os atores do piso. O ministro vai instalar essa mesa para tentar viabilizar a implantação de planos de carreiras e para ver se avançamos nas discussões salariais", informou Antonio Roberto Lambertucci, diretor de valorização dos profissionais da Educação da Secretaria de Articulação com os Sistemas Educacionais do MEC.

O dirigente admitiu que o MEC poderá ceder a demandas de prefeituras e governos estaduais para aumentar os repasses federais especificamente para o cumprimento do piso salarial, desde que haja contrapartidas por parte dos entes federados.

"É possível que o governo federal participe mais, mas o diálogo não pode se restringir a mais e mais recursos da União. Com a mesa de diálogo queremos estimular o regime colaborativo na Educação.

Por exemplo, um Estado ou um município mais rico, com boa base de arrecadação, não pode ajudar um município ou Estado vizinho, que não tem as mesmas condições, com transportes ou infraestrutura escolar? Esse é o entendimento do MEC", acrescentou Lambertucci, que participou do segundo dia de trabalhos do 4º Congresso Nacional Extraordinário dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime).



PRÉ-ESCOLA DE QUALIDADE TEM IMPACTO POSITIVO NO APRENDIZADO NO ENSINO FUNDAMENTAL

Para o pesquisador Ruben Klein, é necessário que o Brasil invista nesta etapa da Educação

O ensino pré-escolar, oferecido às crianças de 4 a 6 anos, tem impacto positivo no aprendizado no Ensino Fundamental, afirma o consultor da Fundação Cesgranrio e membro da Comissão Técnica do Todos Pela Educação, Ruben Klein. “A Educação Infantil pode ter uma influência muito grande. Se tivermos uma boa Pré-escola, podemos desenvolver muita coisa. Por isso, precisamos pensar nesse grande esforço de estimular as crianças para que elas entrem na Pré-escola e cheguem ao Fundamental com um nível adequado. Quanto melhor for a Pré-escola, mais preparado o aluno entra no 1º ano para ser alfabetizado”, disse na última semana, durante a divulgação dos resultados da Prova ABC (Avaliação Brasileira do Final do Ciclo de Alfabetização).

“Como a Educação é um processo acumulativo, a etapa seguinte depende da anterior. Se conseguirmos dar um foco maior à Educação Infantil, teremos, por consequência, um resultado muito melhor lá na frente”, concordou Priscila Cruz, diretora-executiva do Todos Pela Educação. “O direito à Educação é o mesmo para todas as crianças do País. Garantir o direito de aprender logo nos anos iniciais é uma plataforma importante para  assegurar este direito em  todas as séries seguintes”, complementa.




AUTISMO E AUTISTAS

Autismo é um Espectro  Um jeito de funcionar  Faz parte desse universo  Os que não buscam se encaixar Os que veem e sentem o outro  Entre as...