quarta-feira, 7 de junho de 2017

ESTUDANDO AS FESTAS JUNINAS





ESTUDANDO AS FESTAS JUNINAS


IDENTIFICAÇÃO

Público Alvo – Ensino Fundamental – 4º e 5º Anos

INTRODUÇÃO
A Festa Junina é uma excelente oportunidade de engajar diversas atividades interdisciplinares e ampliar o universo linguístico, pois se constitui uma temática rica onde podem ser explorados: a cultura e tradições brasileiras, vários tipos de linguagens, o resgate de brincadeiras, culinária típica, dentre outros aspectos.


OBJETIVOS

DO PROFESSOR
Proporcionar aos alunos ampliação do conhecimento sobre a cultura brasileira quanto às tradições das festas juninas.
PARA OS ALUNOS
Conhecer a origem das Festas Juninas e suas várias tradições;
Identificar as características das festas no nordeste brasileiro;
Exercitar a criatividade e imaginação através de atividades artísticas relacionadas ao tema;
Ampliar a leitura, oralidade, escrita e expressão corporal;


CONTEÚDOS

LÍNGUA PORTUGUESA: Leitura de textos juninos; exposição oral sobre as tradições juninas; produções textuais;
MATEMÁTICA: Resolução de problemas, construção de tabelas e gráficos envolvendo o contexto junino;
CIÊNCIAS/HISTÓRIA/GEOGRAFIA: Origem das festas juninas; Alimentação (a cultura do milho - comidas típicas); Fogueiras, fogos e seus malefícios ao meio ambiente;
ENSINO RELIGIOSO: Historia dos santos juninos; Tradições dos padrinhos de fogueira;
ARTE: Danças típicas; colagens, pinturas e dobraduras dos símbolos juninos.
EDUCAÇÃO FÍSICA: Jogos e brincadeiras juninas.

PROCEDIMENTOS E SUGESTÃO DE ATIVIDADES

Levantamento de conhecimento prévio (questões relacionadas a cada momento de aprendizagem);
Leituras diversificadas (texto informativo, letras de músicas; receitas);
Interpretação e produções textuais (resumos de estudos, desenhos, leitura de imagens, etc.);
Pesquisa (origem das festas juninas, santos juninos, comidas típicas, etc...);
Resolução de problemas (voltados ao universo das festas – vendas de fogos, comidas, bilhetes juninos, etc.);
Criação de tabelas e gráficos (o que mais gostam nas festas? Comida favorita? etc.);
Contextualização e dramatizações de músicas (quadrilha matuta); decoração da sala de aula com símbolos juninos; brincadeiras juninas (soltar balão, brincar com fogos, cantigas de roda).  

PRODUTO FINAL

Evento Junino – com quadrilha junina, comidas e exposição das produções dos alunos. 

RECURSOS
Humanos, didáticos, audiovisuais.

AVALIAÇÃO

Observação diária do entendimento dos alunos quanto aos aspectos conceituais, procedimentais e atitudinais no contexto das festividades juninas.



ANEXOS - TEXTOS PARA FUNDAMENTAÇÃO


FESTAS JUNINAS: SEUS SÍMBOLOS E TRADIÇÕES
Fogueira, bebidas quentes, comidas deliciosas, música, dança e muita animação. Difícil quem não goste de uma boa festa junina. A diversão rola solta e, normalmente, não tem hora para acabar! Muita gente espera ansiosa pelo começo de junho que é quando essas comemorações realmente aparecem por todas as partes.
Mas você acha que as festas juninas são originárias do Brasil? Aliás, indo mais a fundo, você sabe como elas surgiram? Você tem noção da história por trás dos itens que compõem essas grandes farras que muitos de nós gostamos de participar? Conheça alguns fatos possivelmente desconhecidos e entenda por que essa é uma das festas mais queridas.
A história
As festas juninas são mais antigas do que todo mundo pensa! Elas surgiram na Antiga Europa, há centenas de anos. As festas aconteciam durante o solstício de verão para comemorar o início da colheita — por isso tanta comida e bebida — e eram organizadas pelos celtas, egípcios e outros povos. Uma das deusas homenageadas era Juno, esposa de Júpiter, e as festas eram chamadas de “Junônias”. Celebração do solstício de verão em Årsnäs, na Suécia.

O catolicismo passou a ganhar cada vez mais fiéis na Europa e a data coincidia com o nascimento de João Batista, primo de Jesus Cristo. A Igreja Católica cristianizou a data, instituindo homenagens aos três santos do mês. As comemorações passaram a se chamar de “joaninas” (por causa de João) e os primeiros países a comemorá-las foram Portugal, Itália, França e Espanha — e até hoje elas são muito importantes no Norte da Europa.
Não se sabe se o nome “junina” é uma adaptação que veio com o tempo ou se mudou porque a festa é comemorada no mês de junho. Cada um dos países deu o seu toque à festa que conhecemos hoje em dia. Da França veio a dança, de Portugal e da Espanha veio a dança com fitas, entre outras culturas que foram se popularizando.
Na França, a dança quadrille que deu origem à nossa Quadrilha.

A vinda para o Brasil
Como é de se imaginar, a festa junina foi trazida para o Brasil pelos portugueses durante o período colonial. Por coincidência, os índios que habitavam o nosso país realizavam rituais nessa mesma época de junho para celebrar a agricultura e, com a vinda dos jesuítas, as festas se fundiram e os pratos passaram a utilizar alimentos nativos, como mandioca e milho.

 Tradicionais Festas Juninas Brasileiras

As festas juninas acontecem em todo canto do país, mas podem ser divididas em dois tipos distintos: aquelas que acontecem na Região Nordeste e aquelas do Brasil caipira (inspiradas nos Estados de São Paulo, região norte do Paraná, região sul de Minas Gerais e Goiás). Elas possuem diferenças e costumes bem diferentes.
As mais tradicionais acontecem em Campina Grande (PB) e Caruaru (PE) e existe uma pequena rivalidade entre os dois Estados para ver qual delas é a melhor. Na Paraíba, a festa é conhecida como Forródromo que, como o nome sugere, é regada a muito forró. Entre as principais atrações está um desfile de jegues.
Festa junina em Campina Grande/PB
Já Pernambuco tem a Vila do Forró, que é uma réplica de uma pequena cidade do sertão pernambucano. É possível fazer uma viagem até Recife pelo Trem do Forró onde cantadores regionais, sanfoneiros e artistas de todos os tipos transitam por entre os vagões, alegrando o público e ganhando um dinheirinho extra nessa época do ano.
As festas do Brasil caipira são realizadas em quermesses com danças de quadrinha em torno da fogueira e, como não pode deixar de ser, com muita música caipira. Em todos os lugares, as mulheres usam vestidos coloridos de chita e os homens vestem camisa quadriculada e calças remendadas com tecidos também cheios de cores.
Os três santos
Santo Antônio é o primeiro dos santos a ser homenageado no mês. Sua festa é comemorada no dia 13 de junho e ele é conhecido como o santo casamenteiro, já que ajudava as moças do século XII a conseguir o dote para realizar o tão sonhado casamento. Diversas simpatias são realizadas por mulheres que querem um namorado, noivo ou marido.
O dia de São João é o mais esperado de todos eles. A festa é realizada no dia 24 de junho e, nesse dia, existem muitas festas pelo Brasil, principalmente no Nordeste. João era filho de Isabel, prima de Maria (mãe de Jesus). Segundo a Igreja Católica, foi ele quem preparou a vinda de Cristo e batizou-o no rio Jordão. 
O último santo do mês é São Pedro. Ele era um dos pescadores discípulos de Jesus e também conhecido como o fundador da Igreja Católica. O catolicismo prega que é Pedro quem tem as chaves do céu. Sua festa é comemorada no final do mês de junho, no dia 29. Com ele, encerram-se as festividades desse mês tão celebrado.
Cai-cai balão
A tradição de soltar balões tem dois significados. Uns dizem que essa prática era usada para avisar que a festa iria começar. Eram soltos de cinco a sete balões para que as pessoas soubessem do início das comemorações. Os mais supersticiosos acreditam que os balões levavam os pedidos para os santos até o céu.
Porém, hoje em dia, eles não são muito comuns, já que soltar balões é proibido em muitos países, inclusive no Brasil. Isso vigora desde 1965, de acordo com o artigo 26 do Código Florestal, porque pode causar incêndios e mortes. Também está no artigo 28 da Lei das Contravenções Penais de 1941. Quem for pego soltando balões pode ir para a cadeia.
Pula a fogueira iá iá
Assim como a maioria dos elementos de uma festa junina, existem dois significados para a famosa fogueira. Nas festas pagãs e indígenas, elas eram feitas para espantar os maus espíritos. Já na tradição cristã, ela tem uma explicação: Isabel teria dito à Maria (mãe de Jesus) que acenderia uma fogueira para avisá-la do nascimento de seu filho (João). Maria viu as chamas de longe e foi visitar a criança que tinha acabado de nascer.
Hoje, por questão de segurança, elas também só são feitas em poucas cidades do interior, já que também não são permitidas nas grandes quermesses para que se evite incêndios e acidentes causados pelas chamas. Mas o símbolo está sempre presente quando pensamos nas festas juninas.
Olha a cobra! É mentira!
 A quadrilha é outra coisa que não pode faltar em uma festa junina. Seu nome vem de uma dança de salão francesa para quatro pares, a quadrille. Com a vinda para o Brasil, a quadrilha se popularizou e se fundiu com as danças brasileiras que já existiam por aqui, dando origem ao que conhecemos hoje em dia.
No entanto, nos dias de hoje, ela não é dançada por populares, como era antes. Ela é vista como uma atitude teatral e meramente festiva com um ideal folclórico e até mesmo acadêmico. O grupo composto por pares vestidos de caipira é aberto por um noivo e uma noiva, encenando um casamento fictício.
No Nordeste, o forró é, talvez, o ritmo mais requisitado para as festas juninas, seguido pelo baião, xote, reisado, o samba de coco e outras cantigas típicas. O sanfoneiro pernambucano Luiz Gonzaga é o mais famoso músico das festas juninas.
Elas também recebem nomes diferentes de acordo com o lugar. Em São Paulo, é conhecida como “quadrilha caipira”. No Brasil central, como “saruê”. Na Bahia, “baile sifilítico”. No Rio de Janeiro, ela chega como “mana-chica”. Em Sergipe, é simplesmente “quadrilha”. E segue outras variações dependendo do Estado.
Promessas e simpatias
 Santo Antônio de cabeça para baixo dentro d’água
Simpatias e promessas para os santos são comuns em todas as épocas do ano, mas, para os três santos homenageados em junho, agora é a hora, principalmente para Santo Antônio, já que ele é considerado o santo casamenteiro e as moças que procuram um namorado, noivo ou marido se apressam para ter tudo pronto no dia 13.
Existem várias simpatias, como colocar uma imagem de Santo Antônio de cabeça para baixo atrás da porta, dentro do poço ou até mesmo em um copo d’água (isso costuma variar entre as pessoas) e só tirá-la de lá quando o pedido é atendido. Até mesmo tirar o Menino Jesus do colo do santo e só devolvê-lo quando o namorado chegar. Algumas estátuas já são vendidas com as imagens podendo ser separadas exatamente com esse intuito.
Tirando o fato do compromisso amoroso, o catolicismo também conta com o “pãozinho de Santo Antônio”. Os frades distribuem um pão bento para as pessoas — que deve ser deixado junto aos outros alimentos para não faltar o que comer — e, em troca, os fiéis deixam suas ofertas para o santo. Comida não falta durante o ano inteiro.
A parte mais esperada — os comes e bebes
Delícias juninas
Difícil não ficar com fome em uma festa junina. Milho cozido (ou assado), pipoca, bolo de fubá cremoso (ou de milho), maçã do amor, pé-de-moleque, vinho quente, quentão, arroz-doce, canjica, chá de amendoim e muitas outras delícias (normalmente quentinhas, porque essa época do ano é bem fria) são a alma da festa.
Reparou que muitas comidas são derivadas do milho verde? Isso se deve ao fato de que junho é a época propícia para a colheita do alimento e essa tradição está presente nas festas juninas desde que ela chegou ao Brasil. Outros grãos — como o amendoim — e raízes — como a mandioca — também marcam presença nas comemorações de junho.
Agora que você conheceu um pouquinho mais sobre as festividades do mês de junho, que tal aproveitar o finalzinho do mês e se jogar de cabeça em diversas festas juninas que acontecem pelo Brasil afora? Se você já foi, com certeza vai querer voltar. Se ainda não foi, o que está esperando? Chame os amigos e divirta-se!




quinta-feira, 25 de maio de 2017

OFICINA DE ARTE - BELEZAS DA CAATINGA


BELEZAS DA CAATINGA




Objetivo
Estudar e retratar por meio de fotografia, desenho, pintura e escrita a flora e fauna do Bioma Caatinga;


Estratégias
Apreciar as belezas naturais da comunidade;
-Fotografar a Fauna e Flora da comunidade;
Pesquisar os tipos de Fauna e Flora retratados;
- Utilizando como referência as fotografias, desenhar as paisagens fotografadas e utilizando diferentes técnicas de pintura, intitulando as obras;
-  Apreciar as pinturas, realizar leituras de imagens, produzir textos sobre o contexto apreciado.

Produto Final
Realizar uma Exposição de Pintura: Retratos da Caatinga 

SEQUÊNCIA DIDÁTICA - GÊNERO TEXTUAL RECEITA






GÊNERO TEXTUAL RECEITA


Explicando o Gênero

A receita é um gênero textual que apresenta duas partes bem definidas – ingredientes e modo de fazer -, que podem ou não vir indicadas por títulos. A primeira parte apenas relaciona os ingredientes, estipulando as quantidades necessárias, indicadas em gramas, xícaras, colheres, pitadas, etc.
No modo de fazer, os verbos se apresentam quase sempre no modo imperativo (o modo verbal que expressa ordem, conselho, etc.), pois essa parte indica, passo a passo, a sequência dos procedimentos e da junção dos ingredientes a ser seguida para se obter o melhor resultado da receita. Às vezes, o imperativo é substituído pelo infinitivo, como, por exemplo, “Preparar a massa: misturar com as pontas dos dedos [...]”, “Aos poucos, abrir pequenas porções da massa [...]”, etc.
Uma receita pode apresentar outras informações, como grau de dificuldade, tempo médio de preparo, rendimento, calorias, etc. Pode, ainda, conter dicas para decoração ou para variações.
Nesse gênero textual costuma-se empregar uma linguagem direta, clara e objetiva, pois sua finalidade é levar o leitor ou cozinheiro a obter sucesso no preparo de prato culinário.

Características da RECEITA:
- Contém título;
- Normalmente apresenta uma estrutura constituída de: título, ingredientes e modo de preparo ou de fazer;
-No modo de fazer, os verbos geralmente são empregados no imperativo;
-Pode conter indicação de calorias por porção, rendimento, dicas de preparo ou de como decorar e servir, etc.;
-A linguagem direta, clara e objetiva;
-Emprega o padrão culto da língua.

Disponível em: http://blogereceita.blogspot.com.br/


Exemplo de uma Receita
BOLO DE FUBÁ
884 4
INGREDIENTESDescrição: Zoom

3 ovos inteiros

2 xícaras (chá) de açúcar
2 xícaras (chá) de fubá
3 colheres (sopa) de farinha de trigo
1/2 copo (americano) de óleo
1 copo (americano) de leite
1 colher (sopa) de fermento em pó
MODO DE PREPARO
1.         Em um liquidificador, adicione os ovos, o açúcar, o fubá, a farinha de trigo, o óleo, o   leite e o fermento, depois bata até a massa ficar lisa e homogênea
2.    Despeje a massa em uma forma untada e polvilhada
3.  Leve para assar em forno médio 180 °C, preaquecido por 40 minutos
                Disponível em: http://www.tudogostoso.com.br/receita/9254-bolo-de-fuba.html

Estratégias de Ensino:

Conhecimentos Prévios
 - Fazer uma lista de comidas prediletas dos alunos;
- Questionar aos alunos se eles já fazem algum tipo de comida sozinho? Se costumam ajudar a mãe na preparação dos alimentos? Se sabem de cor algum tipo de Receita?

Ampliando os Conhecimentos sobre o Gênero Receita
- Levar várias cópias de receitas para sala e distribuir entre os alunos;
- Propor aos alunos que façam a leitura das suas receitas;
- Questionar aos alunos sobre os tipos de receitas que possuem: É de bebidas? De comida? Doces? Bolos? Fácil ou difícil de fazer? Tem algum ingrediente que você não conhecia?  Rende muitas porções? Tem alguma que não precisa ir ao fogo? Etc.;
- Listar os títulos de todas das receitas selecionadas pelos alunos em cartaz;
- Partindo da lista, questionar aos alunos sobre as que eles consideram ser mais fácil e mais difícil. Pedir ao aluno que estava com a receita que faca a leitura dos ingredientes e do modo de fazer. Questionar se eles consideraram ser fácil ou difícil?
- Questionar aos alunos sobre um tipo de comida que gostaria de comer e nunca comeram e listar. Dentre as comidas da lista, escolher com os alunos uma delas para preparar em sala de aula, ou a professora seleciona uma receita para desenvolver com a turma;
- Trazer na aula seguinte a Receita selecionada, distribuir uma cópia do texto com os alunos e explicar as características do gênero: Titulo, Ingredientes e Modo de Fazer. Após a explanação solicitar aos alunos que tragam os ingredientes que compõem a receita, para próxima aula;
- Realizar a experiência da receita com a turma, retomando a explicação quanto aos materiais necessários, ingredientes, quantidades e modo de preparo;
- Fazer um lanche coletivo;
- Na aula seguinte propor aos alunos a construção de um texto em que eles relatem como foi à experiência em sala;
- Propor um Desafio Literário: Receita para um Mundo Melhor – para ampliar a compreensão dos alunos quanto ao gênero, percebendo, assim, que podemos criar receitas para muitas outras coisas além da alimentação;
- Após a construção do desafio, todos deverão ler para a turma sua ideia para um mundo melhor. Expor em mural as produções dos alunos.

RECEITA PARA UM MUNDO MELHOR






INGREDIENTES NECESSÁRIOS:








MODO DE FAZER:



domingo, 12 de março de 2017

SEQUÊNCIA DIDÁTICA - ESTUDANDO FIGURAS GEOMÉTRICAS POR MEIO DE MÚSICA


IDENTIFICAÇÃO

Objetivo geral para o aluno: vivenciar por meio da música “O Pano Encantado”, de Lu Chamusca, as possibilidades de construções geométricas em diversos formatos.
Objetivo geral de ensino: Promover a exploração e a percepção no aluno quanto aos formatos geométricos em diferentes objetos.
  Público Alvo: Ciclo de Alfabetização – 2º Ano;
•      Componentes curriculares priorizados:
  Matemática: Eixo Geometria;
  Língua Portuguesa: Eixo: Leitura;
  Arte: Eixos: Música, Artes Visuais e Dança;     
Etapas: 04. 
Tempo de Execução – 3 dias.

ETAPA 1 – CONHECIMENTO PRÉVIO 
Objetivos:
Descrever e classificar figuras iguais;
Ler canção em voz alta com fluência.
Estratégias:
Apresentar um pano em formato retangular, com cerca de 2 metros de comprimento;
Questionar sobre: Qual o objeto? Qual seu formato? Existem no ambiente de sala outros formatos semelhantes a ele? Se as crianças sabem sobre o que é possível fazer com o tecido? O que fariam com o tecido? 
Solicitar que alguém venha fazer uma demonstração de alguma possibilidade de construção utilizando o tecido;
Apresentar ao grupo a Canção de Lu Chamusca: “O Pano Encantado” e propor a leitura compartilhada em voz alta.
Recursos:
Tecido em formato retangular de 2metros;
Cópia da canção “O Pano Encantado”
Avaliação:
Identificou e descreveu figuras semelhantes? 
Leu com fluência?

ETAPA 2 – EXPLORANDO O CONTEXTO DA MÚSICA 
Objetivos:
Descrever e classificar figuras;
Localizar informação Explicita em texto.
Estratégias:
Após apresentar ao grupo a Canção de Lu Chamusca: “O Pano Encantado”  e realizada a leitura compartilhada, questionar aos alunos sobre o que na música foi possível fazer com o pano? Elencar oralmente com a turma essas construções; 
Apresentar um mural com figuras geométricas diversificadas, com palavras em seu interior e propor aos alunos a seleção das figuras as quais estão nomes dos objetos e seres que compõem a musica: (barco, ponte, casa, flor, cavalo, trio elétrico, cama); 
Após seleção das palavras, explorar oralmente sobre os formatos das figuras selecionadas.
Recursos:
20 fichas em formatos geométricos;
Pincel;
Fita adesiva.
Avaliação:
Identificou as palavras que deveriam ser selecionadas? 
Classificou as figuras selecionadas?

ETAPA 3 – CONSTRUINDO AS FIGURAS DO CONTEXTO MUSICAL 
Objetivos:
Usar rotação para criar composições geométricas;
Fazer arte na perspectiva da criação e investigação.
Estratégias:
Retomar a atividade anterior, relembrando com a turma todas as figuras que foram feitas a partir do pano;
Propor a turma que se reúnam em pequenos grupos e, agora, utilizando, o tangram, tentem criar algumas figuras do contexto musical do Pano Encantado (casa, barco, cama, ponte, etc...);
Recursos:
Tangrans;
Desenhos das figuras do contexto musical;
Avaliação:
Conseguiu construir os objetos solicitados? 
Classificou as figuras selecionadas para as construções?

ETAPA FINAL – VIVENCIANDO POR MEIO DA DANÇA, A MÚSICA “O PANO ENCANTADO”. 
Objetivo:
Contextualizar por meio do canto e da dança,  “O Pano Encantado”.
Estratégias:
Exposição em vídeo da canção;
Acompanhar o vídeo fazendo a apreciação do contexto;
Ouvir algumas vezes a canção e com a mediação do professor, o grande grupo a contextualizará, realizando os movimentos necessários para composição das figuras;
Fazer apresentação coreográfica para as demais turmas da escola, explicando o contexto de estudo em que a mesma se inseriu. 
Recursos:
Tecido retangular com 2 metros de comprimento;
Projeção, TV e/ou Áudio;
Avaliação:
Considerou nessa experiência uma situação educativa prazerosa? 

Buscas:
Vídeo disponível em : https://www.youtube.com/watch?v=H7IUS4BkOYI

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

SEQUÊNCIA DIDÁTICA - CARNAVAL BRASILEIRO





TEMA: CARNAVAL BRASILEIRO

IDENTIFICAÇÃO
·         Publico Alvo: Ensino Fundamental (turmas multisseriadas - 1º ao 5º anos);
·         Áreas envolvidas – História, Língua Portuguesa e Arte;
·         Etapas: 06;
·         Duração: 04 dias

OBJETIVOS
De ensino (para o professor)
·         Proporcionar aos alunos a ampliação de conhecimentos quanto ao Carnaval: maior festa popular do Brasil;
De aprendizagem (para os alunos)
·         Conhecer a origem das festas carnavalescas no Brasil, tradições e simbologias;
·         Identificar as características da festa em vários locais brasileiros;
·         Exercitar a criatividade e imaginação através de atividades artísticas relacionadas ao tema;
·         Ampliar a leitura, oralidade, escrita e interpretação;

CONTEÚDOS
História – Origem das festividades carnavalescas no Brasil e sua simbologia;
Língua Portuguesa – leitura e interpretação de textos (informativos e musicais);
Arte – Música: Ritmos Carnavalescos– marchinhas, samba, frevo e axé; Artes Visuais: Desenhos e Pinturas relacionadas ao tema; confecção de símbolos carnavalescos.

PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
·         Conhecimentos prévios;
·         Produções coletivas;
·         Leituras e interpretação de textos informativos e musicais;
·         Desenhos, pinturas, construção de simbologias de contextos carnavalescos;
·         Coreografias de ritmos carnavalescos (marchinha, samba, frevo e axé)

RECURSOS
Aparelhos de som, papeis diversificados, textos informativos e musicais, tintas, pinceis, dentre outros.

AVALIAÇÃO
Durante o desenvolvimento do estudo, observar e registrar o envolvimento, a participação e as produções dos alunos, sendo utilizando, tais registros, como parte da avaliação contínua.

PRODUTO FINAL

Diante do estudo em sala de aula, as turmas farão um Carnaval Escolar, com muita música, dança, fantasias e alegria para contextualizarem a festa.


ETAPAS DA SEQUÊNCIA
(Foco em atividades em grupos)
ETAPA INICIAL – INTRODUÇÃO AO TEMA
Expor ao grupo os objetivos de estudos da semana, enfatizando que eles estudarão sobre a o Carnaval, maior festa popular do Brasil.
Propor como atividade de conhecimento prévio sobre tema a construção coletiva de um quadro de palavras que remetam ao que significa carnaval
Fazer a leitura coletiva do quadro, destacando as palavras e suas relações com o contexto.





 




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ETAPA 2 – AMPLIANDO CONHECIMENTO 1 – CARNAVAL: ORIGEM E DEFINIÇÕES
Tomando por base a atividade anterior, iniciar o aprofundamento do estudo do tema mediante questões do tipo: vocês sabem qual a origem dessa festa no Brasil? Quando iniciaram essas comemorações? Como eram as festas de carnaval do passado? Como são as festas de carnaval de hoje?
Propor a divisão de grupos para leitura e socialização no grande grupo de um texto informativo sobre o carnaval, suas origens e definições. O texto poderá ser dividido em partes e cada grupo trata de um ponto específico.

ETAPA 3 – AMPLIANDO CONHECIMENTO 2 - OS SÍMBOLOS CARNAVALESCOS
Trazer para a sala de aula várias imagens de símbolos do carnaval (máscaras, Rei Momo, confetes e serpentinas, Pierô, Colombina, Arlequim, pandeiro, sobrinhas, etc...) e expor nas paredes. Questionar aos alunos se eles sabem da historia desses símbolos, ouvi-los com atenção e solicitar que alguns dos alunos vão até a parede e escolham um símbolo e se reúnam em grupo para estudar sua origem e depois apresentar ao grande grupo.

ETAPA 4 – AMPLIANDO CONHECIMENTO 3 – MAIORES CARNAVAIS DO BRASIL E SEUS RITMOS
Partindo da atividade anterior, continuar aprofundando o tema, mediante o estudo sobre as maiores festas de carnaval no Brasil, com destaque para as cidades do Rio de Janeiro, Salvador e Recife.
Propor a divisão da turma 03 grupos para leitura e socialização dos textos sobre as características do carnaval nesses três lugares brasileiros.
Diante de cada apresentação o professor fechará cada apresentação com a apresentação musical dos ritmos carnavalesco que predominam nesses lugares:
Rio de Janeiro – Marchinha e Samba Enredo;
Recife – Frevo;
Salvador – Axé.

ETAPA  5 – CONSOLIDANDO CONHECIMENTO  – CONSTRUÇÃO DE DESENHOS, PINTURAS, SÍMBOLOS, RITMOS CARNAVALESCOS
Fazer uma breve retomada de tudo já estudado nas etapas anteriores e propor que os alunos de dividam em 04 grupos para preparar o evento carnavalesco da escola, a ser realizado no dia seguinte:
Grupo 1  - construir um desenho que simbolize as festas de carnaval (ornamentar a sala para a festa do dia seguinte);
Grupo 2 – fazer uma pintura em guache que simbolize as festas carnavalescas (ornamentar a sala para a festa seguinte);
Grupo 3 – construir aos símbolos de carnaval para utilizar no dia seguinte na festa de carnaval (máscaras e confetes);  
Grupo 4 – Apresentação coreográfica dos 04 principais ritmos do carnaval brasileiro (marchinha, samba, frevo e axé);
Sugestão: Durante o desenvolvimento das atividades, colocar músicas carnavalescas infantis para aguçar a criatividade das construções das crianças.

ETAPA FINAL – FESTA DE CARNAVAL A FANTASIA
Após as construções coletivas da turma, propor uma festa a fantasia, com muita música, dança, fantasia e alegria. Propor um desfile de fantasias, concurso de dança dos ritmos de carnaval. Ao final do evento servir um lanche coletivo.



AUTISMO E AUTISTAS

Autismo é um Espectro  Um jeito de funcionar  Faz parte desse universo  Os que não buscam se encaixar Os que veem e sentem o outro  Entre as...