quarta-feira, 7 de junho de 2017

SEQUÊNCIA DIDÁTICA - FESTAS JUNINAS: BOM QUE SÓ!

      





FESTAS JUNINAS: BOM QUE SÓ!

    
IDENTIFICAÇÃO
Objetivo: Promover situações de aprendizagens relacionadas ao contexto cultural das Festas Juninas.
Público Alvo: Ensino Fundamental – Ciclo de Alfabetização
Componentes curriculares priorizados:
História
Geografia
 Matemática
Arte
Língua Portuguesa
Etapas: 07
Tempo Estimado – 07 dias.


    ETAPA 1 – CONHECIMENTO PRÉVIO – O que tem nas Festas Juninas?

    Objetivos de aprendizagem
    Definir o que faz parte do contexto das festas juninas, Identificando costumes e tradições;
    Ampliar o repertório linguístico.

    Estratégias de Ensino
     Questionamentos Orais - Festa Junina: o que as pessoas fazem, comem, bebem, vestem,  dançam, brincam?

       Mural Temático – Festas Juninas: bom que só! – Selecionar imagens diversas, de     diferentes contextos, expor no quadro e solicitar aos alunos (um a um) que escolha dentre as imagens aquelas que fazem parte do contexto das festas juninas;

       Lista de Palavras – tomando como referência o mural temático, propor a construção da lista das imagens do mural (individual ou coletivamente).

   Recursos
Imagens diversas, cartolina peso 40, pinceis atômico, cola, dentre outros.

  Avaliação da Aprendizagem
  Expressou-se bem oralmente sobre o tema?
 Selecionou as imagens conforme o contexto?
 Escreveu palavras com autonomia? Com ajuda? Não escreveu? Só transcreveu?


 ETAPA 2 – AMPLIANDO CONHECIMENTO –  Símbolos Juninos – Santos, fogueira, balões, caipiras, quadrilhas, comidas.

Objetivos de aprendizagem
Aprofundar a compreensão sobre os símbolos juninos

Estratégias de Ensino
Exposição Dialogada – Tomando por base o mural temático criado na etapa inicial, realizar uma exposição dialogada com os alunos sobre símbolos juninos, questionando-os sobre os mesmos.

Recursos
Mural temático

Avaliação da Aprendizagem
Foi participativo durante a exposição?


ETAPA 3 – AMPLIANDO CONHECIMENTO – Festas Juninas: o que mais gosto?
Objetivos de aprendizagem
Identificar o que a turma mais gosta nas festas juninas
Criar tabelas e gráficos coletivamente.

Estratégias de Ensino
Pesquisa - Propor aos alunos a realização de uma pesquisa para identificar o que a turma mais gosta nas festas juninas;

Criação de Tabela – Solicitar a cada aluno que expresse sua preferência, elencando os dados numa tabela previamente elaborada;

  Construção de Gráfico - Posteriormente, fazer o resumo dos dados e construir o gráfico das preferências da turma.

Recursos
Tabela para preenchimento, cartolina peso 40, pincel atômico, fita adesiva, etc...

Avaliação da Aprendizagem
Expressou-se bem no contexto das atividades?
Colaborou efetivamente na construção da tabela e do gráfico?


ETAPA 4 – AMPLIANDO CONHECIMENTO – Comidas típicas juninas

Objetivos de aprendizagem
Conhecer algumas comidas típicas;
Aprofundar o entendimento sobre o gênero textual receita, através da prática da elaboração de comida típica junina.

Estratégias de Ensino
  Questionamentos Orais: Tendo a cultura do milho como referência, levar alguns alimentos  que são feitos com o milho, como ingrediente principal, tais como: bolo, canjica, pamonha,       pipoca.  Questionar aos alunos sobre esse alimento: se gostam? Se já comeram esse tipo de alimento? Se conhecem seus benefícios para alimentação? Fazer uma breve explanação        sobre seus benefícios e as razões pelas quais é ingrediente típico no preparo de comidas das festas juninas.

Elaboração de Receita - Propor a produção da receita de pipoca, destacando cada etapa    para construção da mesma: ingredientes, modos de fazer, contextualizando assim o gênero;

Escrita coletiva - Posteriormente, realizar a produção escrita coletiva da receita da pipoca  com os alunos – relembrando cada passo: ingredientes, modos de fazer, forma de organizar o gênero e escreve-lo, etc..

Recursos
Milho, óleo, sal, comidas prontas, lápis, cadernos, dentre outros.

Avaliação da Aprendizagem
Expressou-se bem no contexto das atividades?
Ampliou o entendimento quanto ao gênero textual receita?


    ETAPA 5 – AMPLIANDO CONHECIMENTO – jogos e brincadeiras juninas

Objetivos de aprendizagem
Vivenciar alguns jogos e brincadeiras juninas.

Estratégias de Ensino
  Jogos e brincadeiras - Propor aos alunos a vivência de alguns jogos e brincadeiras típicos do período junino:
Dança da laranja;
Corrida do saco;
Corrida do ovo na colher;
Pescaria, etc...

Recursos
 Frutas, sacos, ovos, caixa para pescaria, dentre outras.

 Avaliação da Aprendizagem
 Foi participativo nas vivências propostas?


      ETAPA 6 – CONSOLIDAÇÃO DAS APRENDIZAGENS–  Construindo Símbolos Juninos

    Objetivos de aprendizagem
    Criar simbologias juninas;
    Criar uma coreografia de dança junina.

    Estratégias de Ensino
       Atividade em Grupos – Dividir a turma em alguns grupos, para construir símbolos juninos: bandeirinhas, balões, pinturas de contextos juninos, etc.;
     Atividade Coletiva – Escolher repertório de canções e ensaiar coreografia de dança para  apresentação junina da escola.
    Materiais diversos, aparelho de som, CDs, etc.

    Recursos
    Papeis diversificados, colas, tesouras, tintas, aparelho de som, CDs, etc.

    Avaliação da Aprendizagem
    Participou ativamente das atividades propostas?


       ETAPA FINAL – CONSOLIDAÇÃO DAS APRENDIZAGENS– Contextualizando as festas juninas

    Objetivos de aprendizagem
    Vivenciar as tradições juninas

    Estratégias de Ensino
    Evento: “Festas Juninas: bom que só!”
    Apresentação de danças juninas;
    Brincadeiras tipicas;
    Lanche coletivo

    Recursos
 Aparelho de som, CDs, comidas, materiais diversificados para as brincadeiras, entre outros. 

Avaliação da Aprendizagem
Participou ativamente das atividades do evento?                     

ESTUDANDO AS FESTAS JUNINAS





ESTUDANDO AS FESTAS JUNINAS


IDENTIFICAÇÃO

Público Alvo – Ensino Fundamental – 4º e 5º Anos

INTRODUÇÃO
A Festa Junina é uma excelente oportunidade de engajar diversas atividades interdisciplinares e ampliar o universo linguístico, pois se constitui uma temática rica onde podem ser explorados: a cultura e tradições brasileiras, vários tipos de linguagens, o resgate de brincadeiras, culinária típica, dentre outros aspectos.


OBJETIVOS

DO PROFESSOR
Proporcionar aos alunos ampliação do conhecimento sobre a cultura brasileira quanto às tradições das festas juninas.
PARA OS ALUNOS
Conhecer a origem das Festas Juninas e suas várias tradições;
Identificar as características das festas no nordeste brasileiro;
Exercitar a criatividade e imaginação através de atividades artísticas relacionadas ao tema;
Ampliar a leitura, oralidade, escrita e expressão corporal;


CONTEÚDOS

LÍNGUA PORTUGUESA: Leitura de textos juninos; exposição oral sobre as tradições juninas; produções textuais;
MATEMÁTICA: Resolução de problemas, construção de tabelas e gráficos envolvendo o contexto junino;
CIÊNCIAS/HISTÓRIA/GEOGRAFIA: Origem das festas juninas; Alimentação (a cultura do milho - comidas típicas); Fogueiras, fogos e seus malefícios ao meio ambiente;
ENSINO RELIGIOSO: Historia dos santos juninos; Tradições dos padrinhos de fogueira;
ARTE: Danças típicas; colagens, pinturas e dobraduras dos símbolos juninos.
EDUCAÇÃO FÍSICA: Jogos e brincadeiras juninas.

PROCEDIMENTOS E SUGESTÃO DE ATIVIDADES

Levantamento de conhecimento prévio (questões relacionadas a cada momento de aprendizagem);
Leituras diversificadas (texto informativo, letras de músicas; receitas);
Interpretação e produções textuais (resumos de estudos, desenhos, leitura de imagens, etc.);
Pesquisa (origem das festas juninas, santos juninos, comidas típicas, etc...);
Resolução de problemas (voltados ao universo das festas – vendas de fogos, comidas, bilhetes juninos, etc.);
Criação de tabelas e gráficos (o que mais gostam nas festas? Comida favorita? etc.);
Contextualização e dramatizações de músicas (quadrilha matuta); decoração da sala de aula com símbolos juninos; brincadeiras juninas (soltar balão, brincar com fogos, cantigas de roda).  

PRODUTO FINAL

Evento Junino – com quadrilha junina, comidas e exposição das produções dos alunos. 

RECURSOS
Humanos, didáticos, audiovisuais.

AVALIAÇÃO

Observação diária do entendimento dos alunos quanto aos aspectos conceituais, procedimentais e atitudinais no contexto das festividades juninas.



ANEXOS - TEXTOS PARA FUNDAMENTAÇÃO


FESTAS JUNINAS: SEUS SÍMBOLOS E TRADIÇÕES
Fogueira, bebidas quentes, comidas deliciosas, música, dança e muita animação. Difícil quem não goste de uma boa festa junina. A diversão rola solta e, normalmente, não tem hora para acabar! Muita gente espera ansiosa pelo começo de junho que é quando essas comemorações realmente aparecem por todas as partes.
Mas você acha que as festas juninas são originárias do Brasil? Aliás, indo mais a fundo, você sabe como elas surgiram? Você tem noção da história por trás dos itens que compõem essas grandes farras que muitos de nós gostamos de participar? Conheça alguns fatos possivelmente desconhecidos e entenda por que essa é uma das festas mais queridas.
A história
As festas juninas são mais antigas do que todo mundo pensa! Elas surgiram na Antiga Europa, há centenas de anos. As festas aconteciam durante o solstício de verão para comemorar o início da colheita — por isso tanta comida e bebida — e eram organizadas pelos celtas, egípcios e outros povos. Uma das deusas homenageadas era Juno, esposa de Júpiter, e as festas eram chamadas de “Junônias”. Celebração do solstício de verão em Årsnäs, na Suécia.

O catolicismo passou a ganhar cada vez mais fiéis na Europa e a data coincidia com o nascimento de João Batista, primo de Jesus Cristo. A Igreja Católica cristianizou a data, instituindo homenagens aos três santos do mês. As comemorações passaram a se chamar de “joaninas” (por causa de João) e os primeiros países a comemorá-las foram Portugal, Itália, França e Espanha — e até hoje elas são muito importantes no Norte da Europa.
Não se sabe se o nome “junina” é uma adaptação que veio com o tempo ou se mudou porque a festa é comemorada no mês de junho. Cada um dos países deu o seu toque à festa que conhecemos hoje em dia. Da França veio a dança, de Portugal e da Espanha veio a dança com fitas, entre outras culturas que foram se popularizando.
Na França, a dança quadrille que deu origem à nossa Quadrilha.

A vinda para o Brasil
Como é de se imaginar, a festa junina foi trazida para o Brasil pelos portugueses durante o período colonial. Por coincidência, os índios que habitavam o nosso país realizavam rituais nessa mesma época de junho para celebrar a agricultura e, com a vinda dos jesuítas, as festas se fundiram e os pratos passaram a utilizar alimentos nativos, como mandioca e milho.

 Tradicionais Festas Juninas Brasileiras

As festas juninas acontecem em todo canto do país, mas podem ser divididas em dois tipos distintos: aquelas que acontecem na Região Nordeste e aquelas do Brasil caipira (inspiradas nos Estados de São Paulo, região norte do Paraná, região sul de Minas Gerais e Goiás). Elas possuem diferenças e costumes bem diferentes.
As mais tradicionais acontecem em Campina Grande (PB) e Caruaru (PE) e existe uma pequena rivalidade entre os dois Estados para ver qual delas é a melhor. Na Paraíba, a festa é conhecida como Forródromo que, como o nome sugere, é regada a muito forró. Entre as principais atrações está um desfile de jegues.
Festa junina em Campina Grande/PB
Já Pernambuco tem a Vila do Forró, que é uma réplica de uma pequena cidade do sertão pernambucano. É possível fazer uma viagem até Recife pelo Trem do Forró onde cantadores regionais, sanfoneiros e artistas de todos os tipos transitam por entre os vagões, alegrando o público e ganhando um dinheirinho extra nessa época do ano.
As festas do Brasil caipira são realizadas em quermesses com danças de quadrinha em torno da fogueira e, como não pode deixar de ser, com muita música caipira. Em todos os lugares, as mulheres usam vestidos coloridos de chita e os homens vestem camisa quadriculada e calças remendadas com tecidos também cheios de cores.
Os três santos
Santo Antônio é o primeiro dos santos a ser homenageado no mês. Sua festa é comemorada no dia 13 de junho e ele é conhecido como o santo casamenteiro, já que ajudava as moças do século XII a conseguir o dote para realizar o tão sonhado casamento. Diversas simpatias são realizadas por mulheres que querem um namorado, noivo ou marido.
O dia de São João é o mais esperado de todos eles. A festa é realizada no dia 24 de junho e, nesse dia, existem muitas festas pelo Brasil, principalmente no Nordeste. João era filho de Isabel, prima de Maria (mãe de Jesus). Segundo a Igreja Católica, foi ele quem preparou a vinda de Cristo e batizou-o no rio Jordão. 
O último santo do mês é São Pedro. Ele era um dos pescadores discípulos de Jesus e também conhecido como o fundador da Igreja Católica. O catolicismo prega que é Pedro quem tem as chaves do céu. Sua festa é comemorada no final do mês de junho, no dia 29. Com ele, encerram-se as festividades desse mês tão celebrado.
Cai-cai balão
A tradição de soltar balões tem dois significados. Uns dizem que essa prática era usada para avisar que a festa iria começar. Eram soltos de cinco a sete balões para que as pessoas soubessem do início das comemorações. Os mais supersticiosos acreditam que os balões levavam os pedidos para os santos até o céu.
Porém, hoje em dia, eles não são muito comuns, já que soltar balões é proibido em muitos países, inclusive no Brasil. Isso vigora desde 1965, de acordo com o artigo 26 do Código Florestal, porque pode causar incêndios e mortes. Também está no artigo 28 da Lei das Contravenções Penais de 1941. Quem for pego soltando balões pode ir para a cadeia.
Pula a fogueira iá iá
Assim como a maioria dos elementos de uma festa junina, existem dois significados para a famosa fogueira. Nas festas pagãs e indígenas, elas eram feitas para espantar os maus espíritos. Já na tradição cristã, ela tem uma explicação: Isabel teria dito à Maria (mãe de Jesus) que acenderia uma fogueira para avisá-la do nascimento de seu filho (João). Maria viu as chamas de longe e foi visitar a criança que tinha acabado de nascer.
Hoje, por questão de segurança, elas também só são feitas em poucas cidades do interior, já que também não são permitidas nas grandes quermesses para que se evite incêndios e acidentes causados pelas chamas. Mas o símbolo está sempre presente quando pensamos nas festas juninas.
Olha a cobra! É mentira!
 A quadrilha é outra coisa que não pode faltar em uma festa junina. Seu nome vem de uma dança de salão francesa para quatro pares, a quadrille. Com a vinda para o Brasil, a quadrilha se popularizou e se fundiu com as danças brasileiras que já existiam por aqui, dando origem ao que conhecemos hoje em dia.
No entanto, nos dias de hoje, ela não é dançada por populares, como era antes. Ela é vista como uma atitude teatral e meramente festiva com um ideal folclórico e até mesmo acadêmico. O grupo composto por pares vestidos de caipira é aberto por um noivo e uma noiva, encenando um casamento fictício.
No Nordeste, o forró é, talvez, o ritmo mais requisitado para as festas juninas, seguido pelo baião, xote, reisado, o samba de coco e outras cantigas típicas. O sanfoneiro pernambucano Luiz Gonzaga é o mais famoso músico das festas juninas.
Elas também recebem nomes diferentes de acordo com o lugar. Em São Paulo, é conhecida como “quadrilha caipira”. No Brasil central, como “saruê”. Na Bahia, “baile sifilítico”. No Rio de Janeiro, ela chega como “mana-chica”. Em Sergipe, é simplesmente “quadrilha”. E segue outras variações dependendo do Estado.
Promessas e simpatias
 Santo Antônio de cabeça para baixo dentro d’água
Simpatias e promessas para os santos são comuns em todas as épocas do ano, mas, para os três santos homenageados em junho, agora é a hora, principalmente para Santo Antônio, já que ele é considerado o santo casamenteiro e as moças que procuram um namorado, noivo ou marido se apressam para ter tudo pronto no dia 13.
Existem várias simpatias, como colocar uma imagem de Santo Antônio de cabeça para baixo atrás da porta, dentro do poço ou até mesmo em um copo d’água (isso costuma variar entre as pessoas) e só tirá-la de lá quando o pedido é atendido. Até mesmo tirar o Menino Jesus do colo do santo e só devolvê-lo quando o namorado chegar. Algumas estátuas já são vendidas com as imagens podendo ser separadas exatamente com esse intuito.
Tirando o fato do compromisso amoroso, o catolicismo também conta com o “pãozinho de Santo Antônio”. Os frades distribuem um pão bento para as pessoas — que deve ser deixado junto aos outros alimentos para não faltar o que comer — e, em troca, os fiéis deixam suas ofertas para o santo. Comida não falta durante o ano inteiro.
A parte mais esperada — os comes e bebes
Delícias juninas
Difícil não ficar com fome em uma festa junina. Milho cozido (ou assado), pipoca, bolo de fubá cremoso (ou de milho), maçã do amor, pé-de-moleque, vinho quente, quentão, arroz-doce, canjica, chá de amendoim e muitas outras delícias (normalmente quentinhas, porque essa época do ano é bem fria) são a alma da festa.
Reparou que muitas comidas são derivadas do milho verde? Isso se deve ao fato de que junho é a época propícia para a colheita do alimento e essa tradição está presente nas festas juninas desde que ela chegou ao Brasil. Outros grãos — como o amendoim — e raízes — como a mandioca — também marcam presença nas comemorações de junho.
Agora que você conheceu um pouquinho mais sobre as festividades do mês de junho, que tal aproveitar o finalzinho do mês e se jogar de cabeça em diversas festas juninas que acontecem pelo Brasil afora? Se você já foi, com certeza vai querer voltar. Se ainda não foi, o que está esperando? Chame os amigos e divirta-se!




quinta-feira, 25 de maio de 2017

OFICINA DE ARTE - BELEZAS DA CAATINGA


BELEZAS DA CAATINGA




Objetivo
- Estudar e retratar por meio de fotografia, desenho, pintura e escrita a flora e fauna do Bioma Caatinga;


Estratégias
- Apreciar as belezas naturais da comunidade;
-Fotografar a Fauna e Flora da comunidade;
- Pesquisar os tipos de Fauna e Flora retratados;
- Utilizando como referência as fotografias, desenhar as paisagens fotografadas e utilizando diferentes técnicas de pintura, intitulando as obras;
-  Apreciar as pinturas, realizar leituras de imagens, produzir textos sobre o contexto apreciado.

Produto Final
Realizar uma Exposição de Pintura: Retratos da Caatinga 

SEQUÊNCIA DIDÁTICA - GÊNERO TEXTUAL RECEITA






GÊNERO TEXTUAL RECEITA


Explicando o Gênero

A receita é um gênero textual que apresenta duas partes bem definidas – ingredientes e modo de fazer -, que podem ou não vir indicadas por títulos. A primeira parte apenas relaciona os ingredientes, estipulando as quantidades necessárias, indicadas em gramas, xícaras, colheres, pitadas, etc.
No modo de fazer, os verbos se apresentam quase sempre no modo imperativo (o modo verbal que expressa ordem, conselho, etc.), pois essa parte indica, passo a passo, a sequência dos procedimentos e da junção dos ingredientes a ser seguida para se obter o melhor resultado da receita. Às vezes, o imperativo é substituído pelo infinitivo, como, por exemplo, “Preparar a massa: misturar com as pontas dos dedos [...]”, “Aos poucos, abrir pequenas porções da massa [...]”, etc.
Uma receita pode apresentar outras informações, como grau de dificuldade, tempo médio de preparo, rendimento, calorias, etc. Pode, ainda, conter dicas para decoração ou para variações.
Nesse gênero textual costuma-se empregar uma linguagem direta, clara e objetiva, pois sua finalidade é levar o leitor ou cozinheiro a obter sucesso no preparo de prato culinário.

Características da RECEITA:
- Contém título;
- Normalmente apresenta uma estrutura constituída de: título, ingredientes e modo de preparo ou de fazer;
-No modo de fazer, os verbos geralmente são empregados no imperativo;
-Pode conter indicação de calorias por porção, rendimento, dicas de preparo ou de como decorar e servir, etc.;
-A linguagem direta, clara e objetiva;
-Emprega o padrão culto da língua.

Disponível em: http://blogereceita.blogspot.com.br/


Exemplo de uma Receita
BOLO DE FUBÁ
884 4
INGREDIENTESDescrição: Zoom

3 ovos inteiros

2 xícaras (chá) de açúcar
2 xícaras (chá) de fubá
3 colheres (sopa) de farinha de trigo
1/2 copo (americano) de óleo
1 copo (americano) de leite
1 colher (sopa) de fermento em pó
MODO DE PREPARO
1.         Em um liquidificador, adicione os ovos, o açúcar, o fubá, a farinha de trigo, o óleo, o   leite e o fermento, depois bata até a massa ficar lisa e homogênea
2.    Despeje a massa em uma forma untada e polvilhada
3.  Leve para assar em forno médio 180 °C, preaquecido por 40 minutos
                Disponível em: http://www.tudogostoso.com.br/receita/9254-bolo-de-fuba.html

Estratégias de Ensino:

Conhecimentos Prévios
 - Fazer uma lista de comidas prediletas dos alunos;
- Questionar aos alunos se eles já fazem algum tipo de comida sozinho? Se costumam ajudar a mãe na preparação dos alimentos? Se sabem de cor algum tipo de Receita?

Ampliando os Conhecimentos sobre o Gênero Receita
- Levar várias cópias de receitas para sala e distribuir entre os alunos;
- Propor aos alunos que façam a leitura das suas receitas;
- Questionar aos alunos sobre os tipos de receitas que possuem: É de bebidas? De comida? Doces? Bolos? Fácil ou difícil de fazer? Tem algum ingrediente que você não conhecia?  Rende muitas porções? Tem alguma que não precisa ir ao fogo? Etc.;
- Listar os títulos de todas das receitas selecionadas pelos alunos em cartaz;
- Partindo da lista, questionar aos alunos sobre as que eles consideram ser mais fácil e mais difícil. Pedir ao aluno que estava com a receita que faca a leitura dos ingredientes e do modo de fazer. Questionar se eles consideraram ser fácil ou difícil?
- Questionar aos alunos sobre um tipo de comida que gostaria de comer e nunca comeram e listar. Dentre as comidas da lista, escolher com os alunos uma delas para preparar em sala de aula, ou a professora seleciona uma receita para desenvolver com a turma;
- Trazer na aula seguinte a Receita selecionada, distribuir uma cópia do texto com os alunos e explicar as características do gênero: Titulo, Ingredientes e Modo de Fazer. Após a explanação solicitar aos alunos que tragam os ingredientes que compõem a receita, para próxima aula;
- Realizar a experiência da receita com a turma, retomando a explicação quanto aos materiais necessários, ingredientes, quantidades e modo de preparo;
- Fazer um lanche coletivo;
- Na aula seguinte propor aos alunos a construção de um texto em que eles relatem como foi à experiência em sala;
- Propor um Desafio Literário: Receita para um Mundo Melhor – para ampliar a compreensão dos alunos quanto ao gênero, percebendo, assim, que podemos criar receitas para muitas outras coisas além da alimentação;
- Após a construção do desafio, todos deverão ler para a turma sua ideia para um mundo melhor. Expor em mural as produções dos alunos.

RECEITA PARA UM MUNDO MELHOR






INGREDIENTES NECESSÁRIOS:








MODO DE FAZER:



AUTISMO E AUTISTAS

Autismo é um Espectro  Um jeito de funcionar  Faz parte desse universo  Os que não buscam se encaixar Os que veem e sentem o outro  Entre as...