terça-feira, 25 de outubro de 2011

ASSUNTOS EDUCACIONAIS - POR JULIANA SILVA



Pedagoga formada pela UFRN,
Especialista em  EAD: Metodologia, tutoria e aprendizagem e
Educadora nas Redes de Ensino de Caicó-RN e Jardim de Piranhas/RN.



Que tal sermos Educadores Inspirados na Natureza?

A sociedade constitue relações sociais recíprocas, que almeja objetivos comuns, maneiras de pensar e agir diferentes, as pessoas se aproximam uma das outras formando pequenas comunidades como a família, a escola, a igreja, etc. Na medida em que cada indivíduo desempenha seu papel, contribui para construir a mesma.
Contudo, não é possível viver harmonicamente em comunidade, sem levar em consideração que a participação de cada pessoa é importante e necessária para o bom funcionamento e organização da sociedade em geral.
Para estimular a reflexão e a compreensão no âmbito escolar no tocante à prática cotidiana de trabalho, ressaltando o planejamento, a organização, a direção e o controle é oportuno relacionar o trabalho humano e suas funções sociais com a sociedade organizativa das formigas.
Há uma relação entre realidade e ficção, mostrando que as mesmas trabalham em equipe, mesmo realizando função programada, mecanizada visando alcançar um objetivo comum a todo o grupo, realizando juntas a promoção do bem comum na sociedade onde vivem.
Ao observamos a rotina de trabalho e o modo de vida desses insetos, passamos a refletir sobre nossa prática docente, objetivando repensar o âmbito interno da escola administrado pelo gestor, subgestor, coordenadores, professores e demais profissionais envolvidos no processo de ensino- aprendizagem.
Porém, não é possível realizar um trabalho significativo interdisciplinar e contextualizado, se não houver um comprometimento de todos. A sociedade unida e organizada com ações pensadas, planejadas, organizadas e executadas, onde cada um faz sua parte e o todo é quem se sobressai,  contribui efetivamente  para a democratização do ensino.
É o que buscamos fazer em nossa prática pedagógica, realizar ações que diminuam as desigualdades sociais, avaliando nosso fazer pedagógico e revendo e modificando metodologias para definir sua real contribuição ao ensino aprendizagem e o uso das novas tecnologias que acentuam inúmeras possibilidades que serão descobertas de acordo com a realidade de cada escola, seus desafios e problemas que poderão ser enfrentados quando compreendidos e trabalhados na construção de novos cenários e aprendendo a lidar com a diversidade, com as novas possibilidades de comunicação e interação, novas formas do aprender, ensinar e produzir conhecimento.
E quando nos faltar inspiração nada melhor do que a sociedade das formigas para repensarmos nossa prática, planejarmos nossas ações e buscarmos unidos uma democratização do ensino de qualidade para todos, sem exclusão.
                                                                      Juliana D’Aparecida Souza Silva

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